Como funciona o financiamento de imóveis para brasileiros no exterior

Como funciona o financiamento de imóveis para brasileiros no exterior Muitos brasileiros que vivem fora do país mantêm o desejo de investir em tijolo no Brasil, seja para garantir uma renda com aluguel, construir patrimônio ou ter um lugar para morar ao retornar. A boa notícia é que o sistema financeiro nacional permite e facilita o financiamento para quem reside em outros países. É possível financiar morando fora? Sim. Os bancos brasileiros possuem linhas de crédito específicas para brasileiros não residentes. O processo é muito semelhante ao de quem mora no Brasil, mas exige uma atenção redobrada à documentação e à comprovação de renda internacional. Principais exigências e documentos Para dar entrada no processo, o interessado deve estar com o CPF regularizado. Além disso, os bancos solicitam: Comprovação de renda: Declaração de imposto de renda do país de residência, extratos bancários e contracheques (paystubs). Documentação pessoal: Passaporte ou RG, comprovante de residência atualizado e certidão de estado civil. Procuração pública: Como o comprador está fisicamente fora, é necessário nomear um procurador no Brasil (alguém de confiança) para assinar contratos e resolver trâmites burocráticos em cartórios. A vantagem do câmbio Para quem recebe em moedas fortes, como Dólar, Euro ou Libra, investir no mercado imobiliário brasileiro é extremamente vantajoso. Com a desvalorização do Real, o poder de compra aumenta significativamente, permitindo dar entradas maiores e reduzir o saldo devedor mais rapidamente, aproveitando as flutuações cambiais para quitar parcelas. Como escolher o imóvel e o crédito O ideal é contar com o apoio de uma imobiliária ou corretor especializado em atendimento internacional. Esse profissional ajudará a filtrar as melhores oportunidades e indicará os bancos que possuem as melhores taxas para não residentes, já que nem todas as instituições operam com a mesma facilidade para quem está fora. Conclusão Financiar um imóvel no Brasil morando no exterior é uma estratégia inteligente de diversificação de investimentos. Com a documentação organizada e um bom planejamento financeiro, o processo é seguro e transparente, permitindo que você construa seu patrimônio em solo brasileiro mesmo à distância.

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Como funciona o mecanismo de consenso Proof of Stake

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Se você investe ou pretende comprar criptomoedas, já deve ter ouvido falar sobre o Proof of Stake (PoS), ou Prova de Participação. Mas o que isso significa na prática? Para que uma rede blockchain funcione sem um banco central, ela precisa de um mecanismo de consenso — uma forma de todos os computadores concordarem que as transações são legítimas. O PoS é a alternativa moderna e sustentável ao modelo de mineração do Bitcoin. O que é o Proof of Stake? No Proof of Stake, a segurança da rede não depende de máquinas potentes gastando eletricidade (como no Proof of Work), mas sim do capital financeiro dos participantes. Em vez de mineradores, temos validadores. Para se tornar um validador e ter o direito de aprovar transações, você precisa “bloquear” uma quantidade específica de moedas nativas da rede em uma carteira.

Esse processo é chamado de Staking. Como o processo funciona na prática? O funcionamento segue uma lógica simples e eficiente: 1. Seleção: O algoritmo da rede escolhe aleatoriamente um validador para criar o próximo bloco de transações. Quanto mais moedas você tem em staking, maior a probabilidade de ser escolhido. 2. Validação: O validador selecionado verifica as transações. Outros validadores da rede conferem se o trabalho está correto. 3. Recompensa: Se as informações forem verídicas, o validador recebe uma recompensa em criptomoedas. 4. Segurança (Slashing): Se o validador tentar fraudar o sistema ou agir de má fé, ele perde uma parte das moedas que deixou bloqueadas como garantia. Por que o PoS é importante para o mercado cripto?

A transição do Ethereum para o Proof of Stake foi um marco histórico, pois reduziu o consumo de energia da rede em mais de 99%. Para o investidor, as vantagens são claras: Sustentabilidade: É uma tecnologia “verde”, o que atrai grandes investidores institucionais. Renda Passiva: O staking permite que investidores comuns ganhem recompensas sobre suas criptomoedas paradas, funcionando de forma semelhante a dividendos. Escalabilidade: Redes PoS tendem a ser mais rápidas e possuem taxas de transação menores. Entender o Proof of Stake é essencial para quem busca projetos sólidos no mercado cripto. Ele representa a evolução tecnológica necessária para que as criptomoedas sejam usadas em larga escala no dia a dia.

Como as taxas de juros reais afetam os ativos de risco

Se você investe ou pretende comprar criptomoedas, já deve ter percebido que o mercado não se move apenas por tecnologia ou adoção. Existe um motor invisível que dita o ritmo dos preços: a taxa de juros real. Para quem investe em Bitcoin, Ethereum e outros ativos de risco, entender esse conceito é fundamental para proteger o patrimônio e identificar janelas de oportunidade. O que é a Taxa de Juros Real? De forma simples, a taxa de juros real é a taxa nominal (definida pelo Banco Central) subtraída da inflação. Juro Real = Juro Nominal – Inflação Ela representa o ganho real de quem empresta dinheiro ao governo. Se os juros estão em 10% e a inflação é de 6%, o juro real é de 4%. É esse número que os grandes investidores institucionais olham antes de decidir onde colocar bilhões de dólares

. A relação inversa com o Mercado Cripto A regra de ouro é: quando as taxas de juros reais sobem, os ativos de risco tendem a cair. Isso acontece por dois motivos principais: 1. Custo de Oportunidade: Se os títulos públicos (considerados o investimento mais seguro do mundo) passam a oferecer um retorno real atrativo, o investidor prefere a segurança ao risco. Por que arriscar a volatilidade do Bitcoin se o governo paga bem acima da inflação? 2. Liquidez: Juros altos encarecem o crédito e “enxugam” o dinheiro em circulação. Com menos liquidez, o apetite por ativos especulativos diminui drasticamente. Por outro lado, quando as taxas reais estão negativas ou muito baixas, o dinheiro “foge” para ativos escassos. gazetadopovo.com.br/vozes/parana-sa/onilx-lanca-cartao-de-criptomoedas-com-tecnologia-propria/

 

É nesse cenário que o mercado cripto costuma ter seus ralis mais explosivos, com o Bitcoin sendo buscado como uma reserva de valor moderna. O que observar agora? Ao planejar seu investimento em criptomoedas, não olhe apenas para o gráfico do ativo. Acompanhe as decisões do Federal Reserve (Fed) e os dados de inflação. Se a inflação cair mais rápido que os juros nominais, a taxa real sobe, criando pressão vendedora no Ethereum e em outras altcoins. Se o cenário for de corte de juros para estimular a economia, o cenário torna-se extremamente otimista para o investidor cripto. Conclusão: No jogo dos investimentos, o juro real é a gravidade. Entender sua direção é a diferença entre ser pego de surpresa ou surfar a próxima grande onda do mercado.

Como aproveitar a luz natural em corredores escuros

Como aproveitar a luz natural em corredores escuros Corredores são, muitas vezes, as áreas mais negligenciadas de um imóvel. No entanto, para quem atua no mercado imobiliário, sabemos que a iluminação é um dos fatores que mais influenciam na percepção de valor e no bem-estar de quem visita uma casa ou apartamento. Um corredor escuro pode parecer claustrofóbico, enquanto um espaço iluminado valoriza o metro quadrado. Confira estratégias práticas para trazer mais claridade a esses espaços: Aposte em cores claras e superfícies reflexivas A regra de ouro é a reflexão. Pintar as paredes e o teto com tons de branco ou off-white ajuda a luz a “viajar” pelo ambiente. Além da pintura, o uso estratégico de espelhos nas laterais do corredor não apenas amplia o espaço visualmente, mas também rebate a luz vinda de cômodos adjacentes, iluminando pontos cegos.

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Troque portas sólidas por modelos com vidro Muitas vezes, a luz natural está logo ao lado, mas é bloqueada por portas de madeira maciça. Substituir as portas dos quartos ou da sala por modelos que contenham detalhes em vidro fosco permite que a claridade invada o corredor sem comprometer a privacidade. Outra opção charmosa é o uso de “bandeiras” (pequenas janelas acima do batente da porta). Soluções estruturais: Claraboias e Túneis de Luz Se o imóvel permitir reformas mais profundas, a instalação de claraboias é a solução definitiva. Para casas ou coberturas, os túneis de luz (solatubes) são tecnologias incríveis: eles captam a luz solar no telhado e a conduzem através de tubos altamente reflexivos até o teto do corredor, criando um efeito de luminária natural acesa durante todo o dia. Por que isso importa para a venda e locação? Um imóvel bem iluminado é percebido como mais arejado, limpo e moderno. Para o corretor de imóveis, destacar essas soluções — ou sugerir essas pequenas melhorias ao proprietário antes de anunciar — pode ser o diferencial para fechar o negócio com mais rapidez e por um valor superior. A luz natural não é apenas estética; é um argumento de venda poderoso.

Estratégias de precificação dinâmica: mantendo a competitividade sem sacrificar a margem

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Eram oito da manhã de uma terça-feira comum quando um de nossos clientes, dono de uma operação robusta de eletroportáteis, me ligou em tom de urgência. O motivo? Um grande player havia derrubado o preço da sua batedeira “carro-chefe” em 15% durante a madrugada. O pânico inicial de perder o Buy Box nos marketplaces é real, mas o erro fatal de muitos gestores é responder a isso com um clique impulsivo no botão de desconto. Vender online virou um jogo de xadrez onde o tabuleiro se mexe sozinho. Se você entra na guerra de preços sem olhar para o seu ERP, não está competindo; está apenas acelerando a quebra da sua empresa. A precificação dinâmica não deveria ser sinônimo de “leilão para baixo”. Pelo contrário, a inteligência por trás dessa estratégia reside em saber quando você pode — e deve — cobrar mais caro. Para que essa engrenagem funcione sem triturar sua margem de contribuição, a integração tecnológica precisa ser impecável. Imagine que seu estoque de um determinado SKU está baixo e a reposição do fornecedor vai atrasar. Por que manter o preço agressivo? Nesse cenário, a automação de vendas deve elevar o preço para desacelerar a saída, garantindo uma margem maior enquanto o produto ainda está disponível. É o básico da oferta e procura aplicado em microssegundos. Na prática, a gestão de e-commerce moderna exige que o gestor abandone as planilhas estáticas. Quando utilizamos plataformas que centralizam a operação, como o Magazord, a visão se torna 360 graus. Você deixa de olhar apenas para o preço do vizinho e passa a considerar variáveis internas críticas: Custo logístico em tempo real: Se a integração com transportadoras aponta um aumento no frete para determinada região, seu checkout online precisa refletir isso ou você pagará para trabalhar. Saúde do estoque: O custo de oportunidade de um produto parado é alto. A precificação dinâmica serve para desovar o que não gira, protegendo o fluxo de caixa. Comissões de marketplace: Cada canal tem uma mordida diferente. Vender pelo mesmo preço no seu site e em um grande marketplace sem calcular o take rate é um erro clássico de quem foca em faturamento e esquece o lucro. A verdadeira virada de chave acontece quando entendemos que o consumidor nem sempre busca o menor preço absoluto, mas sim a melhor condição de compra. Às vezes, um frete dois dias mais rápido ou uma experiência de usuário (UX) fluida no mobile converte muito mais do que um desconto de cinco reais que sacrifica sua margem.

Trabalhei com uma loja virtual de decoração que sofria para bater as metas mensais. O problema não era o preço, era a falta de confiança nos dados. Ao implementarmos uma gestão multicanal centralizada, percebemos que 20% do catálogo estava com preço defasado em relação aos custos de importação. Ajustamos a régua: subimos o preço de itens exclusivos e automatizamos a queda de preços apenas para produtos com alto estoque e baixa conversão. O resultado? O faturamento subiu 12%, mas o lucro líquido saltou 28%. A tecnologia, portanto, não é apenas um suporte; é o filtro que separa o lojista amador do estrategista. Ter um ecossistema que une loja virtual, ERP e gateway de pagamento permite que você crie regras de negócio automáticas. Se o concorrente X baixar o preço, seu sistema consulta sua margem mínima permitida; se houver fôlego, ele iguala; se não, ele mantém e foca em oferecer um benefício logístico.

Como a menopausa afeta a saúde urinária da mulher.

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Como a menopausa afeta a saúde urinária da mulher A menopausa é um marco biológico que traz transformações profundas no corpo feminino. Embora as ondas de calor e as mudanças de humor sejam os sintomas mais conhecidos, a saúde urinária sofre impactos significativos que muitas vezes são negligenciados. Como especialistas em urologia, explicamos por que isso acontece e quais são os principais sinais de alerta. O papel do estrogênio no sistema urinário A principal causa das alterações urinárias durante a menopausa é a queda drástica na produção de estrogênio. Esse hormônio desempenha um papel vital na manutenção da elasticidade e da saúde dos tecidos da uretra e do revestimento da bexiga. Com a redução hormonal, esses tecidos tornam-se mais finos, secos e menos elásticos — uma condição conhecida como atrofia urogenital. Isso fragiliza a barreira de defesa natural do trato urinário. Sintomas urológicos comuns na menopausa .

A diminuição do estrogênio pode desencadear uma série de condições urológicas, incluindo: Incontinência Urinária: A perda involuntária de urina, seja ao tossir e espirrar (esforço) ou por uma vontade súbita e incontrolável (urgência). Aumento da Frequência: A necessidade de ir ao banheiro mais vezes durante o dia e a interrupção do sono para urinar à noite (noctúria). Infecções de Urina Recorrentes: A alteração do pH vaginal e a fragilidade da uretra facilitam a entrada de bactérias, tornando as cistites mais frequentes. Ardor e Desconforto: Sensação de irritação ao urinar, mesmo na ausência de infecção ativa. Por que as infecções se tornam frequentes?

Na menopausa, a flora vaginal saudável (lactobacilos) diminui, alterando o pH da região. Isso permite que bactérias intestinais colonizem a área urogenital com mais facilidade. Sem a proteção hormonal, a uretra fica mais exposta, elevando o risco de infecções do trato urinário (ITU). O que fazer? O desconforto urinário não deve ser aceito como uma consequência “normal” do envelhecimento. Mudanças no estilo de vida, fortalecimento do assoalho pélvico e acompanhamento médico especializado podem devolver a qualidade de vida à mulher. Se você percebeu mudanças no seu hábito urinário após a menopausa, consulte um urologista para uma avaliação detalhada e orientações preventivas.

Como prospectar novos imóveis para sua carteira

Confiira o sobrado bairro alto Imobiliária Mota

Como prospectar novos imóveis para sua carteira
Prospectar novos imóveis é o combustível que mantém qualquer imobiliária ou corretor em
movimento. Ter uma carteira atualizada e diversificada não só aumenta suas chances de venda,
mas também reforça sua autoridade no mercado. No entanto, para ter sucesso, é preciso sair
do básico.
Confira estratégias diretas para atrair os melhores imóveis para o seu portfólio:
Domine uma região específica (Farming)
Em vez de tentar abraçar a cidade inteira, foque em bairros ou nichos específicos. Torne-se a
referência local. Caminhe pelas ruas, converse com zeladores e identifique imóveis que
pareçam vazios ou com placas de “direto com o proprietário”. O conhecimento profundo de uma
micro-região facilita a abordagem e gera confiança imediata no proprietário.
Utilize o poder do Marketing Digital
As redes sociais são vitrines poderosas, mas não servem apenas para postar fotos de casas
luxuosas. Crie conteúdos que mostrem seu conhecimento técnico, como dicas de
documentação ou valorização imobiliária. Isso atrai proprietários que buscam segurança. Além
disso, anúncios segmentados no Google e Instagram podem captar leads de pessoas que estão
cogitando colocar o imóvel à venda.
Ative sua rede de contatos e parcerias
Muitas vezes, o próximo imóvel da sua carteira vem de uma indicação. Mantenha contato
constante com ex-clientes e estabeleça parcerias com profissionais de áreas correlatas, como
advogados especializados em inventários, arquitetos e síndicos. Eles costumam saber quem
precisa vender ou alugar antes mesmo do imóvel chegar oficialmente ao mercado.
Abordagem ativa e humanizada
Ao encontrar um imóvel potencial, seja profissional. Evite abordagens agressivas. Mostre ao
proprietário os benefícios reais de contar com uma gestão profissional: fotos de alta qualidade,
assessoria jurídica completa e maior alcance de divulgação. O foco deve ser sempre resolver o
problema do cliente e valorizar o patrimônio dele.
A prospecção constante é o que diferencia os corretores de sucesso daqueles que esperam o
telefone tocar. Com disciplina e as ferramentas certas, sua carteira de imóveis será sempre
atrativa e lucrativa.

Imobiliária Mota – Imóveis em Curitiba
Mal. Deodoro, 2044 – Alto da XV, Curitiba – PR, 80045-090
(41) 3029-3443

Casa de rua ou condomínio fechado: Qual a melhor escolha?

Casa de rua ou condomínio fechado: Qual a melhor escolha?
Escolher o próximo lar é uma das decisões mais importantes da vida. No mercado imobiliário, a
dúvida costuma ser clássica: a liberdade de uma casa de rua ou a segurança de um
condomínio fechado? Não existe uma resposta única, mas sim a opção que melhor se adapta
ao seu momento e estilo de vida.
Casa de Rua: Liberdade e Autonomia
Morar em uma casa de rua oferece autonomia total. Você não precisa seguir regras de
convivência rígidas, horários de mudança ou padrões estéticos impostos por terceiros.
Vantagens:
Sem taxas mensais: Você se livra do valor do condomínio, o que reduz o custo fixo mensal.
Privacidade e Reformas: Quer pintar a fachada de uma cor exótica ou fazer uma obra
barulhenta? A decisão é sua, sem necessidade de aprovação de síndico.
Personalização: O imóvel é um reflexo total do seu gosto.
Por outro lado, a segurança e a manutenção da calçada e da fachada ficam inteiramente sob
sua responsabilidade e custo.
Condomínio Fechado: Segurança e Lazer
Para quem prioriza tranquilidade e convivência, o condomínio fechado é imbatível. É o cenário
ideal para famílias com crianças, que podem brincar nas áreas comuns com mais liberdade.
Vantagens:
Segurança 24h: Portaria, monitoramento por câmeras e controle de acesso trazem uma paz
de espírito difícil de encontrar na rua.
Infraestrutura: Piscinas, academias, salões de festas e playgrounds são extensões da sua
casa.
Valorização: Imóveis em condomínios tendem a manter um valor de revenda mais estável.
O contraponto aqui é o custo da taxa condominial e a necessidade de seguir o regulamento
interno, o que exige maior espírito coletivo.
O que considerar antes de decidir?
Para fazer a escolha certa, coloque na balança:
1. Perfil financeiro: O valor do condomínio cabe no seu orçamento a longo prazo?
2. Estilo de vida: Você prefere o silêncio absoluto ou gosta da movimentação e interação com
vizinhos?
3. Manutenção: Você tem tempo para cuidar de tudo sozinho ou prefere que a administração do
condomínio cuide das áreas externas?
Independentemente da escolha, o segredo é visitar o imóvel em horários diferentes e entender
a dinâmica da vizinhança. Tanto a casa de rua quanto o condomínio são excelentes
investimentos, desde que alinhados aos seus planos de futuro.

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Como a blockchain pode revolucionar o sistema de patentes

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Imagine um cenário onde um engenheiro de software em São Paulo desenvolve um algoritmo de compressão revolucionário. Ele submete o pedido ao INPI e aguarda. Meses, talvez anos, de um limbo burocrático onde a “caixa preta” das bases de dados governamentais opera em seu próprio tempo. Durante esse intervalo, uma gigante tecnológica no Vale do Silício, com recursos infinitos, arquiva algo suspeitosamente similar. Quem prova a anterioridade? No sistema atual, essa batalha envolve peritos forenses, carimbos físicos e servidores centralizados vulneráveis a alterações ou falhas de sincronização. A arquitetura atual de propriedade intelectual (PI) é um dinossauro analógico tentando sobreviver em uma era digital. A aplicação da tecnologia blockchain aqui não é apenas uma questão de “modernização”, mas de reestruturação da arquitetura de confiança através da criptografia. O primeiro vetor de mudança técnica reside no conceito de timestamping imutável. Ao invés de depositar gigabytes de esquemas técnicos e diagramas diretamente na mainnet do Bitcoin ou Ethereum — o que seria financeiramente inviável devido aos custos de armazenamento e taxas de gás —, utiliza-se a função de hash (como SHA-256). O inventor gera uma impressão digital criptográfica única do documento original. Esse hash é então incluído em uma transação na blockchain. O resultado é uma prova matemática de existência: aquele documento específico existia naquele formato exato no momento em que o bloco foi minerado. Se um único bit do arquivo original for alterado, o hash muda completamente, invalidando a prova. Isso elimina a necessidade de um notário centralizado para confirmar a data de criação, democratizando a prova de anterioridade (prior art) de forma agnóstica e incensurável. Avançando para a camada de gestão, a tokenização via padrões como ERC-721 ou ERC-1155 transforma a patente em um ativo digital programável. Não estamos falando de NFTs especulativos de macacos, mas de NFTs como contêineres legais de direitos de propriedade. Uma patente tokenizada permite a fragmentação da propriedade. Um laboratório farmacêutico pequeno poderia, teoricamente, vender 10% dos direitos futuros de royalties de uma nova molécula para financiar os testes clínicos, tudo gerido por Smart Contracts. A automação de licenciamento é onde a eficiência técnica se torna tangível. Atualmente, o licenciamento de patentes envolve auditorias caras e contratos complexos para garantir que os royalties sejam pagos. Com Smart Contracts, as condições de uso são codificadas. Imagine um dispositivo IoT industrial que utiliza uma tecnologia patenteada; o próprio dispositivo poderia reportar seu uso e o contrato inteligente executaria micropagamentos automáticos da carteira do fabricante para a carteira do detentor da patente, em stablecoins, sem intermediários, liquidando a transação em segundos, não em trimestres fiscais (Net 90).

No entanto, a implementação técnica enfrenta o “problema do oráculo”. A blockchain é excelente para garantir quem registrou o que e quando, mas ela é cega para a qualidade e novidade intrínseca da invenção fora da cadeia. Um registro imutável de uma ideia que já é de domínio público não a torna válida. Portanto, a blockchain não substitui o examinador de patentes humano, mas cria um livro-razão universal unificado. Para que isso funcione em escala, precisamos olhar para soluções de Camada 2 (Layer 2) ou sidechains específicas para governança, onde o armazenamento descentralizado (como IPFS ou Arweave) guarda os dados pesados, enquanto a blockchain mantém apenas os ponteiros e a lógica de transação. A interoperabilidade entre os escritórios de patentes globais (USPTO, EPO, JPO) seria forçada não por tratados políticos lentos, mas por um protocolo padronizado de consenso.

Abrir seu próprio negócio

Se você decidir formar uma parceria para criar seu espaço de coworking, poderá escolher entre as seguintes opções: Uma sociedade de responsabilidade limitada ( SARL ) pode ser constituída por um mínimo de dois e um máximo de cem sócios. Nesse caso, será necessário um capital social especificado no contrato social. A vantagem desse tipo de empresa é que permite limitar a responsabilidade dos sócios ao valor de suas respectivas contribuições. A SAS (Sociedade Anônima Simplificada) pode ser constituída com um capital social livremente determinado pelo contrato social.

Trata-se de uma forma societária bastante flexível, que permite aos acionistas organizar as operações da empresa por meio do contrato social. A SNC (sociedade em nome coletivo) é um tipo de sociedade de responsabilidade limitada francesa em que todos os sócios têm o estatuto de comerciantes. Embora o montante do capital social não seja fixado por lei, é importante saber que todos os sócios são solidariamente responsáveis pelas dívidas da empresa.
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Observação: Empresário individual, SASU, SARL… Cada modalidade tem suas vantagens e desvantagens. A Legalstart oferece todas as ferramentas necessárias para você escolher a estrutura mais adequada ao seu projeto e às suas necessidades. Após escolher o regime jurídico do seu espaço de coworking, você precisa constituir a empresa em si. Os procedimentos variam dependendo se você optou por criar uma empresa individual (EI), com ou sem a opção de microempresa, ou uma sociedade anônima. Se optar por abrir um espaço de coworking como empresário individual , deverá registar-se no site de contacto único . Isto implica preencher o questionário interativo e carregar documentos comprovativos, como comprovativo de identidade e comprovativo de morada. O processo é gratuito.